HOMENAGEM A ATHOS BULCÃO

Homenagem a Athos Bulcão foi a primeira intervenção do MOVA, organizada para reapropriação do Estudio 3 da FAUSP, abandonado pelo processo de reforma da cobertura. Para execução da ação preparamos um grid a longo da parede de 80 m2, trouxemos papeis recortados em quadrados para simular o azuleijos utilizados pelo artista e outros papeis trinagulares. A ação foi divulgada no facebook.  O Painel ainda sobrevivê e foi cenário da reportagem sobre o Guilherme Arantes na revista Trip e da reportagem sobre a reforma do edifício da FAUUSP na revista Arquitetura e Construção.

 

GIRA GIRA DJANIRA,

FESTA JULINA DA RUA GRAVATAÍ

Intervenção Urbana na Rua Gravataí em São Paulo durante a festa julina colaborativa.

 

Para desenvolvimento da ação nos inspiramos na artista Djanira.

Djanira da Motta e Silva (1914-1979) está no hall das artistas brasileiras mais importantes do século XX , filha de imigrante austríaco e India brasileira é natural de Avaré, chega ao Rio de Janeiro no início dos anos 40 após perder o marido em um acidente.

No Rio de Janeiro instala-se em Santa Teresa na "Pensão Mauá", ponto de encontro de artistas e intelectuais. Inicia aulas de pintura com Emeric Marcier e Milton Dacosta, além de frenquentar aulas do Liceu de Artes e Oficios do Rio de Janeiro.

Em 1943 faz sua primeira exposição. Conviveu com diversos artistas como Fernand Léger, Joan Miró e Marc Chagall, Jorge Amado e foi influenciada por outros tantos. Experimentou diversas técnicas artísticas como pintura, xilogravura, tapeçaria e azulajaria. Em sua produção destaca-se o painel monumental de azulejos para a capela do túnel de Santa Bárbara (1958), no Rio de Janeiro.

Extremamente católica ingressa no Ordem Terceira Carmelita, com o nome de Irmã Teresa do Amor Divino. Djanira foi a primeira artista latino-americana representada com obras no Museu do Vaticano, na tela "Santana de Pé"

 

(2015)